Último livre do CT, Luan Silva recebe cartilha de exercícios do Palmeiras

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Luan Silva recebeu aval do Palmeiras para ter rotina similar à dos colegas. O clube aumentou as restrições à Academia de Futebol, por conta da pandemia do coronavírus, e liberou o atacante de manter nas suas dependências o tratamento de lesão muscular. A partir desta quinta-feira, o camisa 9 fará um trabalho de manutenção física em casa, diminuindo o risco de contágio.

A decisão inicial do Verdão, divulgada na segunda-feira, era de que só casos particulares, como de contusão, poderiam seguir diariamente no centro de treinamento. Assim, Luan Silva continuou exercitando-se na recuperação de problema na coxa esquerda, detectado no último dia 8. Na quarta-feira, contudo, já saiu do local com uma cartilha particular de exercícios.

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O Palmeiras informou que cada atleta recebeu um programa de treinamento individualizado, que será monitorado peloNúcleo de Saúde e Performance do clube. De forma geral, as orientações para Luan Silva são bem similares às feitas a jogadores que não apresentavam nenhuma contusão antes da pausa.

A programação é parecida com a que ocorre em turnos com treinos físicos. Mas orecado principal foi de que a segurança é prioridade. Trabalhar em academias, por exemplo, não foi apontado como orientação. As atividades devem ser realizadas em lugares abertos e com o mínimo número de pessoas. Quanto menos contato, melhor. Para o jogador e seus familiares.

Luan Silva lesionou a coxa esquerda após jogar os seus primeiros 42 minutos com a camisa do Palmeiras, no empate por 1 a 1 diante da Ferroviária, no Allianz Parque, pelo Paulista.Há um ano, o jogador chegou para completar o tratamento de uma cirurgia para reconstruir o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo. Já no Verdão, precisou passar por outro procedimento na região e, por isso, não conseguiu entrar em campo pelo clube em 2019.

Na semana em que teve a lesão na coxa esquerda, ao menos, Luan Silva estendeu seu vínculo com o Palmeiras. Ele estava emprestado pelo Vitória, inicialmente, até 31 de maio, mas o atacante de 20 anos, agora, ampliou o prazo para o final da atual temporada. O camisa 9 está inscrito tanto no Campeonato Paulista quanto na Libertadores.

Para estender o empréstimo de Luan Silva, o Verdão comprou 15% dos seus direitos econômicos por R$ 3 milhões, e poderá adquirir mais 35% em dezembro. Quando o contratou, em março de 2019, o Palmeiras contava com a opção de compra no meio de 2020 por 3,5 milhões de euros (cerca de R$ 19,5 milhões), mas preferiu não exercer essa cláusula agora. O plano é ver o atacante atuando mais antes de comprá-lo.

Treinos, filhos e Counter-Strike com Paquetá: a rotina de Arão em casa

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As orientações médicas são para permanecer em casa e assim Willian Arão, meio-campista do Flamengo, tem feito desde a última segunda-feira, dia 16. Com a interrupção dos jogos e treinos, o camisa 5 tem realizado os trabalhos físicos no local, e dividindo o “tempo livre” com outras duas atividades: filhos e videogame, contou em entrevista à “FlaTV”, canal oficial do clube no Youtube.

A pausa no futebol é frustante para Willian Arão, que ressaltou a seriedade da situação causada pela pandemia do coronavírus, por outro lado. Com a suspensão dos treinos por tempo indeterminado, o Flamengo enviou aos atletas aparelhos para os auxiliarem nas atividades, como bicicleta e halteres.

– Entendemos que é um problema maior, de saúde da população, e estamos tentando manter o ritmo do jeito que pode. Correndo na rua no condomínio, de noite, para não esbarrar em ninguém. O pessoal (do Flamengo) trouxe alguns aparelhos aqui para casa, vai facilitar bastante, e vamos tentando manter a forma para quando voltarmos estarmos o mais preparado possível.

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Willian Arão: ‘Ficar com a família é mais importante, mas, em relação ao trabalho, jogar é a coisa que mais amo. É frustrante não poder fazer isso.’

Sem os treinos no CT, as partidas e as viagens, Arão também tem mais tempo para ficar com os filhos Natan e Isabel. Quando os pequenos “dão” um descanso, o jogador parte para o Counter-Strike, no computador, jogo o qual costuma ter a parceria de Lucas Paquetá, ex-meia de Flamengo e atualmente no Milan, da Itália.

-Tenho jogado bastante Counter Sitrke, aproveitado bastante minha filha e meu filho.Aproveitando ao máximo, quando tem um tempinho venho para o meu cantinho jogar um pouco, conversar com amigos e vamos passando o tempo. Creio que tudo isso vai passar e em breve vamos estar nos abraçando e tendo uma vida normal novamente – afirmou Willian Arão, antes de completar:

– O único que joga comigo é o Paquetá (Lucas, do Milan), jogamos quase todo dia. Eu que comecei a jogar, fiz ele comprar um computador e hoje ele tem um time. Quase todo dia a gente joga, mas falo com quase todo mundo do elenco.

Rony se diz honrado por representar até o Pará com camisa do Palmeiras

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Principal contratação do Palmeiras para a temporada, Rony ressalta a importância de vestir a camisa do clube, inclusive, por quem representa. Além de citar os torcedores, o atacante lembrou que carrega consigo a imagem do Pará, estado onde nasceu – o jogador é deMagalhães Barata, cidade com pouco mais de 8 mil habitantes e a mais de 160 km da capital Belém.

– Representamos uma nação, uma família, bilhões de torcedores. Para nós e nossos familiares, representa bastante. É uma satisfação imensa vestir essa camisa e representar o meu estado, o Pará. É uma honra vestir esse manto, levando o Palmeiras a um alto nível. Espero estar cada vez mais ajudando a equipe e o Palmeiras a crescer -disse em entrevista aos canais da Libertadores.

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O Verdão adquiriu 50% dos direitos econômicos do camisa 11, que estava no Athletico-PR, por 6 milhões de euros (cerca de R$ 28 milhões na época), assinando contrato até dezembro de 2024. Já atuou em cinco partidas, sendo quatro como titular, e se sentia plenamente adaptado até a paralisação por conta da pandemia do coronavírus, a partir do último dia 16.

– Minha adaptação, graças a Deus, está sendo maravilhosa. Nem preciso ter muita preocupação com isso. Estou muito feliz por estar vestindo essa camisa e ter uma adaptação muito boa – comemorou o jogador, que, como o restante do elenco, iniciou nesta quarta-feira férias coletivas até o dia 20, a princípio.

Recebendo elogios dentro de campo, Rony também chamou atenção por oportunidades que perdeu de balançar as redes. Mas o jogador recebe o apoio, inclusive, do técnico Vanderlei Luxemburgo, que insistiu na sua contratação e pede calma para que o seu primeiro gol com a camisa alviverde saia.

– Fico com vontade de fazer um gol para as coisas começarem a caminhar, mas estou com a cabeça boa, bem tranquilo em relação a isso. Sei que, no momento certo, a bola vai entrar. Ele (Luxemburgo) já conversou comigo, para ter calma, que a bola vai entrar. E sei que as coisas vão começar a caminhar bem e, quando a bola entrar, tudo vai mudar de uma vez por todas – apostou.

Papo com Beto: 'O mundo do futebol brasileiro após o pico da pandemia'

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A pandemia não é eterna. Vai seguir por algum tempo e, quando ocorrer a retomada esportiva, tudo terá de ser feito de forma paulatina. Isso significará uma pré-temporada curta para todos os esportes e, no caso do nosso futebol, provavelmente as partidas iniciais serão jogadas sem público e com pouquíssimos profissionais da imprensa – os responsáveis pela geração de imagens das TVs, todos testados antes e após os eventos, como vem sendo estudado pelas federações da Europa e também nos esportes americanos ( a NBA, aliás, vem sendo uma espécie de referência esportiva. Quando ela definiu a suspensão dos jogos, alavancou a atenção mundial. Na sua cola, os organizadores de várias outras competições cancelaram eventos de forma geométrica. Por isso, fico de olho no que ocorre por lá).

Mas a realidade é que nada vai acontecer num estalar de dedos. Haverá várias fases de involução da pandemia – a começar por 14 dias seguidos de queda de mortalidade e de novos infectados – até que a política de isolamento comece a ser atenuada. Então, só depois de pelo menos duas semanas de redução no número de casos, poderá se cogitar uma intertemporada de preparação e aí, com o consentimento de todas as partes – esportivas, de saúde e governamentais – a chance de jogos com portões fechados.

Tomemos por base a China, país onde os primeiros casos da Covid-19 foram registrados no finzinho de 2019. Em 11 de fevereiro a China tinha o número de casos que o Brasil tem hoje. Lá, os números aos poucos foram arrefecendo, mas somente na semana passada alguma normalidade pôde ser retomada por lá. Competição esportiva? Nada até maio.

No Brasil, o pico ainda está longe de ser atingido, dizem que será em junho. Isso significa que se começar a cair a partir da segunda quinzena, coloque aí julho inteiro para a confirmação da queda e, aí, em agosto, talvez tenhamos uma certa normalidade, com as empresas abertas, gente nas ruas e os atletas começando a preparar-se para a volta às atividades (com portões fechados).

Isso dito, vamos bater num problema para o calendário do nosso futebol. Com a bola rolando talvez em agosto (um meio termo – nem tão otimista como quem imagina o retorno em junho, nem pessimista como quem prevê a volta em outubro), temos a situação dos Estaduais e do Campeonato Brasileiro.

O caso dos Estaduais é complicado. Não teríamos datas, forçando a barra, mais uma ou das . Há certamente dezenas de estudos nas federações, mas tudo depende de uma retomada quase imediata das atividades, o que não é viável. É necessário escolher a circunstância mais justa – ou menos injusta. Foi assim que fizeram os clubes escoceses. Por votação muito apertada, eles vão dar o campeonato por encerrado com os pontos atuais, antes da interrupção-Covid. Claro que o vice-líder Rangers – que não ganha um campeonato desde o início da década – torce o nariz ao ver o Celtic novamente com o título e o Hearts (quatro pontos atrás do penúltimo colocado) não queria ser rebaixado. Mas paciência, foi o menos danoso.

Quem lê pode falar: “Estadual não é ponto corrido, não vale essa”. Sim, mas aí há uma questão de ver o que é o tal do menos injusto.

No Carioca, o Flamengo ganhou o turno e o Flu é o time com mais pontos. Que se faça um jogo entre eles.

Na Paulista, que se considera os campeões de grupos, um jogo semifinal (AxB, CxD ) e uma final.

O Mineiro tem a sua primeira fase em pontos corridos e só faltam duas rodadas para terminar a fase, vai até o fim e termina sem os mata-matas dando o caneco ao primeiro colocado (hoje o América).

O que digo acima são meros pitacos. Opções, tal e qual, vocês, amigos lancenautas, têm e podem ser bem diferentes das minhas. Esta decisão cabe aos clubes e federações, que precisariam rasgar (de comum acordo) o regulamento, fazer uma votação das propostas e aquela com maior aceitação seja ratificada por todos. Mas o importante é que a questão dos Estaduais não tranque a pauta (para usar o termo político) para a matéria principal: o Campeonato Brasileiro.

Relembremos: estamos falando de jogos voltando em setembro. Há na mesa várias ideias, até a competição ser em mata-mata. Esbarra na TV, que conta com 38 rodadas e paga fortuna para isso. Aqui eu não vejo alternativa melhor do que a CBF e os clubes fazerem a coisa que seria a mais acertada deste século: ADEQUAR O CALENDÁRIO BRASILEIRO AO EUROPEU. Começa em setembro, jogam-se todas as rodadas e termina em maio junto com as competições do Velho Mundo. Seria a jogada perfeita nestes tempos de pandemia. Vai ter algum prejuízo aos clubes? Se tiver, será o menor. E ainda nos recolocaria com as mesmas datas dos campeonatos mais relevantes, desmontaria um puco menos os elencos no meio da temporada.

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Três anos depois… Saiba como Victor Luís retorna ao Botafogo

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A espera de três anos acabou. Lembrado com carinho pela torcida do Botafogo, Victor Luís voltou a vestir a camisa do Alvinegro. O lateral-esquerdo retornou ao clube de General Severiano, onde jogou em 2016 e 2017, por empréstimo junto ao Palmeiras até fevereiro de 2021, no fim do Campeonato Brasileiro,

O defensor de 27 anos chega para escrever o terceiro capítulo vestindo a camisa preta e branca. O tempo longe do Botafogo, contudo, foi relativamente grande. Após praticamente três anos no Palmeiras, William Correia, setorista do Verdão no LANCE!, descreve a passagem de Victor Luís pela equipe alviverde.

– O Victor voltou (ao Palmeiras) em 2018 para disputar posição com o Diogo Barbosa, que havia sido contratado, e ganhou a posição. O Diogo se machucou ainda na pré-temporada, o Victor Luís fez o Paulista como titular e depois, no segundo semestre, o Felipão dividiu o elenco em dois times. O Victor era do elenco do Brasileiro, que seriam os reservas, só que o time foi campeão. Ele se destacou muito mais que o Diogo, tanto que jogou 41 vezes e renovou o contrato – afirmou.

O primeiro ano na equipe paulista foi positivo – mesmo que com a presença, teoricamente, no time alternativo. Na temporada seguinte, contudo, começaram os altos e baixos e Victor Luís perdeu espaço para Diogo Barbosa. Em 2020, com contratações, o defensor foi deslocado para a terceira opção da posição, o que facilitou a saída.

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– Em 2019, a ideia era manter isso de dois times, mas, como o time não estava rendendo, o Felipão jogou mais com os titulares, repetiu muito o time, e o Victor só fez 20 jogos, o Diogo Barbosa jogou mais. No fim do ano passado, ele já manifestou vontade de ou ter espaço ou acabar saindo. Esse ano, ainda na Florida Cup, ele ganhou a posição do Diogo Barbosa e foi o dono da posição até a chegada do Matías Viña – completou o jornalista.

Em termos grais, o retorno de Victor Luís ao Palmeiras, apesar dos momentos na reserva, foi marcado de forma positiva. O lateral também perdeu espaço com a chegada de Vanderlei Luxemburgo, mas William Correia pondera que ele sempre foi lembrado com carinho por não comprometer em nenhuma metade do campo.

– Ele foi perdendo espaço. Ele é um jogador muito exaltado no Palmeiras por ser voluntarioso e ser um cara não erra muito. Ele faz o que precisa ser feito, mas o Vanderlei (Luxemburgo) queria alguém mais rápido para atacar e defender, o que ele não enxergou no Victor. Nessa, ele perdeu espaço. Um lateral-esquerdo teria que sair com a chegada do Viña, que entra nessa característica de velocidade, e acabou sendo o Victor Luís – analisou.

Red Bull Bragantino x Corinthians será nesta quinta-feira, no Morumbi

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A Federação Paulista de Futebol definiu nesta segunda-feira as datas e horários dos confrontos de quartas de final do Paulistão-2020, e o Corinthians conheceu onde e quando receberá o Red Bull Bragantino para tentar uma vaga na semifinal da competição estadual. O confronto será decidido no Morumbi, na próxima quinta-feira, às 19h, com direito a reestreia de Jô pelo Alvinegro.

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O Conselho Técnico da entidade se reuniu por videoconferência nesta manhã para definir a agenda dos duelos após a definição dos classificados no último domingo, na 12ª rodada da fase de grupos do torneio. O grupo também já determinou as datas e horários das semifinais e da final do campeonato.

Semifinais – Domingo (2/8) – 16h e 19h
1ª melhor campanha x 4ª melhor campanha
2ª melhor campanha x 3ª melhor campanha

Finais
Quarta-feira, 5/8 – 21h30
Sábado, 8/8 – 16h30

Conforme previsto no regulamento, a FPF confirmou que até esta terça-feira poderão ser substituído até quatro jogadores da lista inicial da competição, com isso Jô, que já foi registrado no BID da CBF nesta manhã, será incluído entre os inscritos corintianos e poderá estar à disposição do técnico Tiago Nunes para o confronto desta quinta-feira, às 19h, no Morumbi.

Ainda segundo estabelecido em regulamento, todos os jogos da fase de mata-mata terão árbitro de vídeo, que funcionará a partir de uma sala centralizada na sede da Federação Paulista de Futebol. Devido ao fato de ser um modelo inédito no Brasil, haverá também uma sala completa de VAR em cada um dos estádios para que haja um “backup” caso um problema ocorra na central.

As quartas de final serão realizadas em jogo único e se o empate acontecer no tempo normal, o classificado sairá de uma disputa por pênaltis. O mesmo acontecerá na semifinal, cujos enfrentamentos ainda dependem dos resultados das quartas de final, uma vez que a pontuação continua contando no mata-mata. Já a decisão terá duelos de ida e volta, sendo que o clube de melhor campanha terá o benefício do mando de campo na segunda partida.

Confira as datas e locais dos confrontos de quartas de final do Paulistão:

Quarta-feira (29/7)
São Paulo x Mirassol – 19h – Morumbi
Palmeiras x Santo André – 21h30 – Allianz Parque

Quinta-feira (30/7)
Red Bull Bragantino x Corinthians – 19h – Morumbi
Santos x Ponte Preta – 21h30 – Vila Belmiro

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Jesualdo acredita que Santos jogava bem nos últimos jogos até expulsões: 'Nunca vivi uma situação como essa'

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Jesualdo avalia positivamente o desempenho do Santos nos últimos jogos, pelo menos enquanto o time esteve com 11 jogadores em campo. Isso porque o Peixe teve atletas expulsos nas quatro últimas partidas e em três sofreu a virada após ficar em inferioridade numérica.

Segundo o treinador, o Peixe merecia a vitória nas ocasiões porque controlava a partida, mas os cartões vermelhos interferiram no fator emocional no time, o que foi preponderante para as derrotas e, por tabela, a eliminação no Campeonato Paulista, na última quinta-feira (31), quando perdeu por 3 a 1, de virada, para a Ponte Preta, na Vila Belmiro, pelas quartas de final da competição. Na ocasião, o atacante Marinho, autor do gol santista, logo aos seis minutos de jogo, foi expulso aos 43 do primeiro tempo.

– Nos últimos quatro jogos, a equipa foi obrigada a jogar em inferioridade numérica, por expulsão de jogadores, em todas as situações estava a jogar bem, a controlar o jogo, a merecer vencer – escreveu Jesualdo em sua coluna no jornal português “O Jogo”, neste domino (02).

– Aconteceu nesses quatro jogos, os últimos quatro. No primeiro deles, o último antes da paragem (com o São Paulo), a equipe perdeu depois de estar em vantagem. Perto do intervalo, a expulsão de um jogador foi fatal, a equipa desequilibrou-se emocionalmente e não conseguiu a vitória. Quase a papel químico com a Ponte Preta e o Novorizontino, a equipa a jogar bem e uma expulsão a quebrar o bom andamento e acabar por ter influência no resultado final – acrescentou.

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Com 74 anos de idade, sendo mais de 40 trabalhando com futebol, Jesualdo admite que nunca viveu uma recorrência de expulsões como a atual.

– Na minha longa trajetória como treinador de futebol nunca vivi uma situação como a que estou a viver no Santos – afirmou o português.

O Santos inicia nesta segunda-feira (03) a sua preparação para a estreia no Campeonato Brasileiro, no próximo domingo (09), contra o Red Bull Bragantino, na Vila Belmiro. A diretoria estuda se manterá Jesualdo no comando do time para a continuidade na temporada.

Honda demonstra preocupação com educação dos jovens do Botafogo: 'Você nunca perde o conhecimento'

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Quando não encara o forte do calor do Rio de Janeiro nos treinamentos do Botafogo, no Estádio Nilton Santos, Keisuke Honda trabalha com projetos paralelos. Recentemente, o meio-campista abriu uma escola online no Japão para crianças e adolescentes de 12 a 18 anos com o custo de 1 dólar (R$ 5,42, na cotação atual) por mês.

A educação é algo levado a sério pelo japonês. No clube de General Severiano, o camisa 4 tenta conversar com os jogadores mais jovens sobre adquirir conhecimento além do futebol. Em entrevista realizada à “BotafogoTV”, publicada nesta sexta-feira, Honda explicou o motivo de achar a valorização da educação tão importante.

– O que aprendi quando penso em educação é tentar se comunicar com os mais jovens. Gosto de falar com os jogadores, educar os jogadores mais jovens e as crianças. O bonito da educação é que, uma vez que você ganha uma habilidade ou conhecimento, você nunca perde em sua vida. As coisas que você aprende sempre o ajudam. São úteis. Claro que o dinheiro, ou qualquer outro bem material, você irá perder caso aja errado. Masvocê nunca perde habilidade, conhecimento e competências. Por isso educação é tão bonito e quero que todos tenham educação de alta qualidade, não importa onde você nasceu, quanto dinheiro tenha. Toda criança deveria ter educação de alta qualidade, por isso que me preocupo – afirmou.

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No meio da pandemia do novo coronavírus, Keisuke Honda afirmou que refletiu sobre a vida durante o período de quarentena. O meio-campista considerou as questões de trabalhadores no Brasil. Na opinião do japonês, o momento é de paciência.

– Tenho pensando em muitas coisas durante essa pandemia porque não acho que alguém esperava que isso fosse acontecer. Tivemos tempo suficiente para pensar o que é a nossa vida, porque os governos. A maioria dos governos proibiu as pessoas de andar. Tiveram que ficar em casa. E, ainda, em alguns países pessoas ficaram em casa, mas por outro lado tinham que trabalhar para ganhar dinheiro e sobreviver. Então ninguém quer perder a vida por causa desse vírus louco. Mas, ao mesmo tempo, tem que ganhar dinheiro. Devem trabalhar pensando em suas famílias. Isso é muito incomum. Mas, estou triste, sabe, muitas pessoas morreram por causa dessa doença, e ainda continua. Ninguém consegue encontrar uma solução melhor neste momento. Esse é o problema. Temos que ser pacientes para enfrentar o coronavírus por um bom tempo. Não acho que vamos resolver esse problema agora. Temos que ser pacientes – declarou.

Derby want to make Rosenior permanent boss

Derby County are hoping to make interim manager Liam Rosenior their permanent boss in the near future, according to journalist Alan Nixon.

The Lowdown: Rosenior in temporary charge

The Rams are tackling life in League One after last season’s relegation from the Championship, with Wayne Rooney making the decision to move on as manager earlier this year.

Rosenior has been in a role as interim boss since June and he has done a solid yet unspectacular job so far, with Derby sitting ninth in the table with seven matches played and the temporary boss winning six and drawing two of his first 10 games in charge.

A new update has emerged over the last 24 hours which suggests that the 38-year-old’s role at Pride Park is about to be upgraded.

The Latest: Rosenior wanted permanently

Taking to Twitter on Sunday morning to share a corresponding link from his Patreon profile, Nixon claimed that Derby are now aiming to make Rosenior their permanent manager.

He tweeted a link to Patreon with the caption: “Derby push to keep Rosenior.”

The Verdict: Right decision by Derby

This would be a correct decision by Derby, with Rosenior doing well enough to suggest that he is the right man to take the team forward at what has been a difficult time for the club off the pitch.

Making him permanent manager should bring more stability to the club and arguably allow the players to feel more settled, with the Englishman a young manager who looks set to embark on his first role in full charge of a club at senior level.

The most important thing for now is focusing on getting back into the Championship – if Rosenior manages that this season, he will surely become an instant hero to Derby supporters.

Wolves won’t be signing Jason Denayer

Wolverhampton Wanderers have reportedly turned down the chance to sign Jason Denayer on a free transfer which could prove to be Bruno Lage’s biggest mistake as manager.

What’s the word?

Wolves have been linked with signing the Belgium international in recent weeks, with the centre-back available on a free transfer after leaving Olympique Lyon at the end of last season.

Lage lost Romain Saiss, Willy Boly and Conor Coady during the summer but brought in just Nathan Collins as a replacement, which has left the Old Gold looking short of centre-back options.

After a deal for Craig Dawson fell through on deadline day, it seemed as if Denayer would be the best option for Lage, as he has Premier League and Champions League experience, and could obviously be signed after the deadline as a free-agent.

However, Express and Star journalist Liam Keen has now provided an update on Wolves’ pursuit of Denayer on Twitter.

He said:

“Wolves have moved on from looking at Jason Denayer. Currently no plan to use the free agent market to bring in a centre-back, particularly with the World Cup break fast approaching.”

Lage’s biggest mistake yet?

Wolves have switched to a four-at-the-back system this season and Lage clearly feels that he can cope with fewer centre-backs in his squad.

While Max Kilman and Collins look as if they will be a formidable duo at the back, having earned three clean sheets in the opening six Premier League games, Wolves could be in real trouble if either of those players were to pick up an injury.

Lage has Yerson Mosquera and Toti available as backups, but neither have any real top-flight experience. Mosquera has just one Wolves appearance to his name in the Carabao Cup, while Toti has only made five appearances for Wolves’ senior side.

Considering Wolves’ problems in front of goal, with just three goals so far in the Premier League, they are reliant on a strong defence for positive results and losing Kilman or Collins to injury could really derail their season.

Therefore, not signing Denayer feels like a huge risk on Lage’s part, and could well be one that he comes to regret later in the season.

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